Mais uma paródia pornô a caminho

É, parece que as paródias pornôs estão rendendo bem. Depois de algum tempo sem muita coisa expressiva, parece que os estúdios voltaram seus olhos de vez para as paródias, em especial, de séries de TV.

Eu mesmo já falei da paródia pornô de The Office (aqui com imagens e aqui com vídeos), mas agora parece que eles estão ressuscitando até mesmo séries antigas. Ok, nem tão antigas assim, senão vou ser acusado de chamar os outros de velhos(as). A série da vez, que vai ganhar versão pornô é Saved by the Bell, ou como passou aqui no canal do seu Silvio, Galera do Barulho.

elenco de saved by the bell (galera do barulho)
Com o sugestivo nome de This Ain’t Saved by the Bell XXX (se fosse traduzir porcamente e mantendo o nome original, seria como "Isto não é a Galera do Barulho XXX"), o filme foi anunciado pela Hustler, mas sem detalhes de elenco.

Vamos ver no que vai dar, será que vão destruir todas as memórias de infância da galera? Se a sua memória, assim como a minha, anda falhando, reveja um pouco da série, em versão dublada:

Poemas - Um dia

Porque eu estava entediado e não queria trabalhar... Mas não saiu essas coisas.

Um dia

Um dia sonhei muitos sonhos e esperanças.
Um dia acreditei que no fim, tudo acabava bem.
Mas despertei dessas ilusões com lanças,
Atravessadas no coração, na alma e além.

Um dia dormi achando que haveria um dia seguinte.
Um dia sorri pensando que faria alguma diferença.
Mas hoje, acordado, vejo muito além dos meus vinte,
Que a idade, a dor, minaram com a minha crença.

Um dia acordei e vi ao redor apenas deserto.
Mas sem areia nos olhos; vi tudo incerto.
A realidade não liga pras nossas ilusões.

Um dia despertei e vi a real crueldade.
Que a tudo carrega, que a tudo invade.
A tristeza permanece mesmo com nossas ações.

E se grandes cientistas do passado usassem o Twitter?

6:20 AM by Andarilho

Esta pergunta, de vital importância, foi resolvida pelo Jorge Cham do PHD Comics:

Grandes tweets da ciência

Pra quem não lembra, já postei uma tirinha do PHD Comics há um tempo atrás.

Saber ser político é vital para a carreira profissional - by Max Gehringer

5:42 AM by Andarilho

Transcrição do comentário do Max Gehringer para a rádio CBN, do dia 14/07/2009, sobre como ser um funcionário político.

Áudio original disponível no site da CBN (link aqui). E se você quiser ler os comentários anteriores do Max Gehringer, publicados aqui, basta clicar neste link.

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Saber ser político é vital para a carreira profissional

político
Um ouvinte escreve para contar que foi avaliado pelo gerente. E na avaliação, o gerente disse que o nosso ouvinte não sabia ser político. Ao que nosso ouvinte respondeu com orgulho: Não sei mesmo. Porque, diz o ouvinte, ele imediatamente pensou em substantivos como corrupção e malversação, e em verbos como mentir, enganar e esconder.

De fato, as sucessivas denúncias de escândalos desgastaram a imagem da classe política brasileira. Mas para entender melhor o que o gerente do nosso ouvinte quis dizer, é preciso saber separar a política, como instituição, do político, o ocupante temporário de um cargo público. A diferença é que os políticos passam, e a política fica.

Por isso, saber ser um funcionário político continua sendo vital para a carreira profissional. O funcionário político pratica aquilo que a política tem de melhor:

- Ele sabe costurar alianças

- Consegue se relacionar bem em todas as direções do organograma

- Sabe distinguir a hora de falar da hora de ouvir

- E está sempre disposto a oferecer apoio, porque sabe que um dia também precisará ser apoiado se quiser subir na carreira.

Para o nosso ouvinte, eu diria que o primeiro passo para aprender ser político em uma empresa é o elogio. E a melhor maneira de começar a praticar é escolhendo um colega não muito apreciado pelos demais colegas. Aquele assim, meio casca de ferida. E procurar, dentre todas as coisas que o casca faça, algo que ele tenha feito de bom. E aí, elogiar o casca pelo trabalho bem feito.

A reação dele pode ser qualquer uma, desde ficar agradavelmente surpreso por ter sido elogiado, até responder malcriadamente que não precisa de puxa-sacos. Mas a reação do casca não tem importância. O importante é praticar a política arte de reconhecer o mérito alheio.

Qualquer profissional que conseguir dar esse pequeno passo, o do elogio sincero que fará um colega se sentir bem, começou a trilhar a estrada da política na carreira profissional.

Há quem acredite que ficar distribuindo elogios é politicagem barata, porque cada um tem a sua obrigação a cumprir e ganha para isso. Contrariando essa teoria, há o fato de que todos os presidentes de grandes empresas, são bons políticos. E eles não se tornaram políticos porque chegaram à presidência. Eles chegaram à presidência porque souberam ser políticos.

Max Gehringer, para CBN.

Setor privado ou serviço público? - by Max Gehringer

Transcrição do comentário do Max Gehringer para a rádio CBN, do dia 13/07/2009, sobre as vantagens e desvantagens de se trabalhar no setor público e no setor privado.

Áudio original disponível no site da CBN (link aqui). E se você quiser ler os comentários anteriores do Max Gehringer, publicados aqui, basta clicar neste link.

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Setor privado ou serviço público?

funcionário público
"Estou em dúvida quanto a tentar uma carreira na iniciativa privada ou no serviço público", escreve um ouvinte. "Gostaria de saber as vantagens e desvantagens de cada opção."

Começando pela vantagem mais óbvia, o serviço público oferece estabilidade. Nele, o nosso ouvinte nunca precisará se preocupar com uma assombração chamada desemprego. Na iniciativa privada, o contrato de trabalho permite que a relação seja interrompida a qualquer momento, tanto pelo empregador quanto pelo empregado, e sem que qualquer das partes precise, obrigatoriamente, oferecer uma justificativa para esse rompimento.

Já no tocante ao trabalho em si, a grande diferença está na concorrência. Na iniciativa privada, uma empresa precisa ser melhor que outras que atuam no mesmo setor. Precisa gerar resultados positivos para continuar investindo e crescendo. Essa concorrência externa gera uma forte concorrência interna, que resulta na premiação e na ascensão dos mais competentes, e na exclusão dos que não conseguem atingir objetivos. Isso resulta em muita pressão e não raramente, pode resultar em estresse físico e emocional.

No serviço público, essa competição feroz não existe. Promoções e reajustes são decididos em escalões que estão muito acima dos chefes diretos. Quando algo é feito em benefício do funcionalismo, toda uma categoria é contemplada, sem levar em conta os resultados individuais. Isso significa que um funcionário público tremendamente eficiente, não receberá uma premiação adicional por um desempenho acima da média, como acontece na empresa privada.

Por falta de concorrência, o serviço público caminha num ritmo mais lento. Mas essa é uma generalização perversa, que não pode ser aplicada a cada funcionário individualmente. Há profissionais extremamente competentes atuando na área pública, que fariam sucesso na iniciativa privada. O que não existe no serviço público é o estímulo imediato, para quem busca uma ascensão em curto prazo.

Eu sugiro que o nosso ouvinte avalie a decisão que irá tomar, da seguinte maneira: se ele tivesse um dinheiro para investir, ele aplicaria tudo na bolsa de valores ou tudo na caderneta de poupança? A primeira opção implica em correr riscos, a segunda leva em conta a segurança. O investimento que ele considerar o melhor para o seu dinheiro, pode ser extendido também, à sua vida profissional.

Max Gehringer, para CBN.

Filme: Caramelo

Neste domingo gélido, fui assistir o filme drama/comédia Caramelo (título internacional: Caramel), uma co-produção França/Líbano, de 2007, mas que só este ano chegou às nossas terras.

filme caramelo poster
O caramelo é feito derretendo-se açúcar e (possivelmente) misturando com um pouco de água, dependendo da consistência pretendida. Este doce, meloso e grudento, além de encher as papilas gustativas com o doce do açúcar, no filme (que retrata Beirute, Líbano) é também usado para depilação, como se usa cera por aqui. Este processo é logo mostrado na abertura do filme, e é o tom que ele adota, observando o universo feminino: um misto de doçura e dor.

Como dito, o filme se passa em Beirute, e mostra a vida de algumas mulheres, orbitando em volta de um salão de beleza. Temos a amante de um homem casado, que como manda o estereótipo da amante apaixonada, espera que ele largue da mulher; a noiva que esconde um segredo que pode acabar com o futuro casamento; a lésbica enrustida; a divorciada que reluta em aceitar que o tempo passou; e a costureira que tem que cuidar de sua irmã mais velha, que não bate bem da cabeça.

caramelo garotas
Alguns dos dramas retratados no filme podem ser considerados específicos da sociedade em que está ambientado, citando por exemplo, a patrulha dos bons costumes e as obrigações que são submetidas às mulheres, como a obrigação de casar virgem ou de comprovar o casamento para alugar um quarto de hotel.

Outras questões, porém, são universais, sobretudo amores e relacionamentos. Afinal, mesmo com as barreiras mais duras, impostas pela sociedade, a mulher amante do homem casado tem os mesmos sentimentos que outra mulher de qualquer outro lugar, na mesma situação: ela ama um canalha e sofre com isso; sente ciúmes da mulher do amante; mas termina com um final aberto, uma possível esperança e um novo amor.

caramelo amante e esposa (Nadine Labaki, atriz e diretora de Caramelo. Tenho que admitir que é uma das mais belas diretoras que já vi. Muito linda.)

Caramelo é um filme interessante, mas assim como o título, ele acaba sendo apenas água-com-açúcar. Tem algumas questões interessantes, mas tirando a trama da amante (vivida pela Nadine Labaki, também diretora do filme), as tramas não são exploradas a fundo, não rendendo o tanto quanto poderiam, no lado dramático. Mas isso parece ser proposital, feito pra deixar o filme leve.

O mesmo caramelo que adoça a boca, pode causar dor na hora de puxar uns pêlos. Mas no caso do filme, não se preocupe: é um caramelo doce, bem suave. Talvez um Sex and the City libanês, mas sem o sexo, afinal, em Beirute, as moças são mais recatadas... (Falando nisso, acho que se fosse desenvolvida uma série, seria legal. )

Trailer:


Para saber mais: Wikipedia em inglês, crítica no Omelete.

Meu nome Cyborg

Coisa de nerd, mas muito legal. Gere o seu nome Cyborg:


Artificial Networked Device Assembled for Repair, Immediate Learning and Hazardous Observation


Get Your Cyborg Name


A.N.D.A.R.I.L.H.O.: Artificial Networked Device Assembled for Repair, Immediate Learning and Hazardous Observation

É, até que combina. E o meu nome que consta no RG:


Electronic Mechanical Infiltration and Logical Investigation Organism


Get Your Cyborg Name


E.M.I.L.I.O.: Electronic Mechanical Infiltration and Logical Investigation Organism

Hmmm, com o meu nome original, eu prefiro o gerado pelo Sexy Name Decoder:


Expert Made for Intense Loving and Impassioned Orgasms


Get Your Sexy Name


E.M.I.L.I.O.: Expert Made for Intense Loving and Impassioned Orgasms

O gerador de nome Cyborg dica do Sheldon Marcel do Byte Que eu Gosto, que ficou brincando com vários nomes. =P

Quem deve ser promovido? - by Max Gehringer

Transcrição do comentário do Max Gehringer para a rádio CBN, do dia 10/07/2009, com um interessante caso em que dois pontos de vista sobre uma promoção, se confrontam.

Áudio original disponível no site da CBN (link aqui). E se você quiser ler os comentários anteriores do Max Gehringer, publicados aqui, basta clicar neste link.

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Quem deve ser promovido?

chefe gritando
É raro acontecer, mas aconteceu. Recebi duas mensagens sobre o mesmo assunto, com pontos de vistas de duas pessoas que estavam nos lados opostos da situação.

A primeira mensagem, que é mais ou menos frequente, veio de um funcionário que não foi promovido. E ele está injuriado porque acredita que é mais competente do que o colega que ganhou a promoção. E por isso, deduziu que a decisão do chefe foi injusta.

A segunda mensagem, mas a primeira do gênero que eu recebo, veio de um chefe, relatando uma situação muito parecida. Ele promoveu um de seus 20 e tanto subordinados, a coordenador. E uma semana depois, ficou sabendo que um dos subordinados discordava da promoção do colega. E o chefe me escreveu o seguinte:

"O que me espantou é que o funcionário em questão nem sequer foi considerado para a promoção, porque ele não reúne as competências necessárias para ser promovido. É um funcionário eficiente, com 5 anos de casa, mas sem algumas das condições que a empresa espera de um coordenador.

Se ele tivesse vindo conversar comigo, eu teria explicado porque ele não foi promovido. Mas ao invés disso, ele preferiu mudar de atitude, deixou de me cumprimentar e começou a dizer para os colegas que a minha decisão tinha sido discriminatória.

Eu acredito que um chefe deva explicar para o grupo, como eu expliquei, porque um foi promovido, e não porque cada um dos demais individualmente não foi. Essa é uma reflexão que cada um deve fazer por conta própria."


Bom, para aqueles ouvintes que escrevem reclamando que foram injustiçados numa promoção, a mensagem do chefe é perfeita: venha conversar comigo. Não fique reclamando com os colegas, porque eles não irão mudar a decisão. E principalmente, não tente estabelecer por conta própria, os critérios que a empresa deve considerar para uma promoção.

A minha recomendação para os injustiçados é apenas esta: converse com o chefe e ouça o que ele tem a dizer. Ao invés de reclamar do que passou, pergunte o que você precisa demonstrar para ser considerado numa próxima promoção.

E mesmo não gostando da explicação que o chefe der, tenha em mente que entre a sua opinião e a dele, sobre quem deve ou não deve ser promovido, é a opinião dele que continuará valendo.

Max Gehringer, para CBN.

I Just Don't Know What To Do With Myself

Eu já disse que acho a música Nothing Compares 2 U uma das mais tristes, e que melhor retratam dor-de-cotovelo-coração-despedaçado-mas-ainda-amando. Bem, uma outra música que é bem parecida na essência, e que também considero uma das maiores em relação ao tema, é esta aqui, I Just Don't Know What To Do With Myself, que tem entre seus compositores o grande Burt Bacharach.

A primeira vez que ouvi essa música, foi no filme O Casamento do meu Melhor Amigo (My Best Friend's Wedding), com Julia Roberts e Cameron Diaz, na cena em que uma desafinada Cameron arrasa (nos dois sentidos) num karaokê, cantando parte da música. Por isso, posto aqui a versão que consta no CD da trilha sonora do filme, interpretada por Nick Holland (só a música mesmo).

(Aliás, o filme é super divertido, e a trilha sonora, uma das melhores que eu já ouvi. Inclusive essa eu tenho em CD.)



Letra e tradução:
I Just Don't Know What To Do With Myself
(Eu simplesmente não sei o que fazer comigo mesma)


I just don't know what to do with myself
Don't know just what to do with myself
I'm so used to doing everything with you
Planning everything for two
And now that we're through


Eu simplesmente não sei o que fazer comigo mesma
Não sei o que fazer comigo mesma
Estou tão acostumada a fazer tudo com você
Planejando tudo para dois
E agora que nós terminamos

I just don't know what to do with my time
I'm so lonesome for you it's a crime
Going to a movie only makes me sad
Parties make me feel as bad
When I'm not with you
I just don't know what else to do


Eu simplesmente não sei o que fazer com meu tempo
Estou com tanta saudade de você que é até um crime
Ir ao cinema só me deixa triste
Festas me fazem me sentir mal do mesmo jeito
Quando eu não estou com você
Eu simplesmente não sei o que fazer

Like a summer rose
It needs the sun and rain
I need your sweet love to ease all the pain
I just don't know what to do with myself (x2)
Baby if your new love ever turns you down
Come back I will be around
Just waiting for you
I don't know what else to do


Como uma rosa no verão
Que precisa do sol e da chuva
Eu preciso do seu doce amor pra acalmar toda a dor
Eu simplesmente não sei o que fazer comigo mesma (x2)
Baby, se o seu novo amor algum dia te deixar
Volte, eu estarei por aqui
Apenas esperando por você
Eu não sei mais o que fazer.

Like a summer rose
It needs the sun and rain
I need your sweet love to ease all the pain
I don't know just what to do with myself (x2)
Baby if your new love ever turns you down
Come on back I will be around
Just waiting for you
I'm still so crazy for you


Como uma rosa no verão
Que precisa do sol e da chuva
Eu preciso do seu doce amor pra acalmar toda a dor
Eu não sei simplesmente o que fazer comigo mesma (x2)
Baby, se o seu novo amor algum dia te deixar
Venha, volte que eu estarei por aqui
Apenas esperando por você
Eu ainda sou louca por você

No No No No
I don't know what else to do (x3)
I'm still so crazy for you
No No No No


Não, não, não, não
Eu não sei mais o que fazer (x3)
Eu ainda sou tão louca por você
Não, não, não, não

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P.S.1 Se alguém for reclamar que a música é machista e tal, com esse lance de não saber o que fazer sozinho(a), de ficar esperando, etc., poupe o teclado. Eu sei muito bem (r atente para o fato da música ter sido composta no começo dos anos 60). Mas sabe, por mais que a gente se faça de forte, homens e mulheres, no começo sempre é difícil, e duvido que essa música não toque em algo que se tenha sentido nessas horas.

P.S.2 A cena do filme que eu citei, está aqui embaixo. E a Cameron Diaz está tão linda nesse filme (mesmo cantando quase igual a mim)...

Homens bonitos produzem menos esperma?

Se você está tentando engravidar, talvez tenha que tentar algum cara mais feio. Isso porque cientistas estão especulando que homens bonitos talvez produzam menos esperma do que os feinhos.

homem bonito produz menos esperma
Esse fenômeno, observado em outros animais, como peixes e aves, acontece por um simples motivo: sendo bonito (no sentido de atraente, não sei se classificaria um galo de bonito), o macho tem mais chances de copular com um maior número de fêmeas. Pensando nisso, a evolução criou um mecanismo para que cada cópula tivesse menos esperma, a fim de que todas as cópulas tenham esperma.

Segundo os cientistas, a desvantagem de menos espermatozóides em cada ejaculação, em termos de chance de reprodução, seria menor do que a chance de múltiplas parceiras e por conseguinte, múltiplas fecundações. A quantidade de esperma variaria de acordo com o número de fêmeas disponíveis, e as chances de acasalmento com cada uma.

Ou seja, segundo a teoria aplicada a nós humanos, homens bonitos produziriam menos esperma a cada ejaculação porque teriam mais parceiras, de modo a ter esperma pra todas. E homens mais feios produziriam mais esperma a cada transa, porque afinal, essa pode ser a única que ele vá conseguir. Faz algum sentido pra mim.

Cientistas, entretanto, vão além de uma explicação básica como esta, e desenvolveram um modelo matemático com esse conceito de quantidade de esperma x atração sexual, que será publicado no periódico American Naturalist.

Eu, como feio de dar dó, não me preocupo, devo produzir muitos espermatozóides fortes e vigorosos, hauhauhau. Ou não...

espermatozoide homer simpson
Notícia via Metro: Handsome men make less sperm during sex (em inglês).

Funcionários esquimós - ou Grandes transformações só acontecem por obra dos sonhadores - by Max Gehringer

Transcrição do comentário do Max Gehringer para a rádio CBN, do dia 09/07/2009, com um questionamento filosófico em relação ao trabalho, e um paralelo com esquimós: seríamos todos funcionários esquimós?

Áudio original disponível no site da CBN (link aqui). E se você quiser ler os comentários anteriores do Max Gehringer, publicados aqui, basta clicar neste link.

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Grandes transformações só acontecem por obra dos sonhadores

esquimó
"Tenho 15 anos", escreve um jovem ouvinte, "e sonho com um mercado de trabalho mais justo e mais humano. Minha geração está errada em sonhar que isso será possível?"

Essa é uma questão filosófica. É como se a gente pusesse a se perguntar por que os esquimós não abandonam aquele frio danado do Pólo Norte. Eles não seriam mais felizes se migrassem para o Nordeste brasileiro, onde teriam dias e noites de igual duração, e poderiam curtir o calor e as praias?

Eu acredito que a resposta seja: eles não mudam porque estão acostumados. Aquele é o elemento natural deles, e por isso a percepção que os esquimós têm do frio e das noites de seis meses, é diferente da nossa.

Mas nossa ouvinte poderia esticar a sua dúvida e perguntar: qual é o nosso elemento natural?

Em termos de tempo despendido diariamente, não é a família e nem o lazar, é o trabalho. Nós passamos 70% do tempo que estamos acordados ligados diretamente ao trabalho. Além das horas de expediente, há também o tempo de deslocamento e o tempo da refeição, que é feita no próprio local do trabalho ou próximo dele. Portanto, sobram apenas 20% de um dia para fazermos coisas que nós mesmos podemos escolher, coisas que nos agradam, nos confortam ou nos dão prazer.

Não é preciso pensar muito para concluir que nos sentiríamos mais felizes se trabalhassemos 20% do tempo e pudéssemos escolher o que fazer nos outros 80%. Mas na prática, não temos essa escolha. E por isso, nos tormamos os esquimós do mercado de trabalho. Trabalhamos não porque essa foi a nossa opção pessoal, mas porque não vemos mais nada no horizonte a não ser trabalhar, para nós mesmos ou para alguém.

É claro que no mercado de trabalho existem funcionários esquimós que se adaptaram à situação, e funcionários esquimós que perceberam que a noite é longa e que o frio é insuportável. A geração de nosso jovem ouvinte sonha em mudar esse mundo. E nisso, ela não difere de tantas gerações que vieram antes dela.

Hoje, somos menos esquimós do que foram nossos antepassados. E ainda seremos esquimós durante um bom tempo. Mas o nosso jovem ouvinte tem razão em sonhar. Os acomodados e os acostumados nunca operam mudanças. As grandes transformações só acontecem por obra dos sonhadores.

Max Gehringer, para CBN.

Nothing Compares 2 U

Musicalmente, os anos 80 foram imbatíveis, pelo menos pra mim. A grande parte das minhas músicas preferidas são desta década, e desde que arranjei uma coletânea de sucessos dos anos 80, venho redescobrindo verdadeiros tesouros. Digo redescobrindo porque a verdade é que quando eu era moleque (década de 80 eu nem era teen ainda), a música não era muito presente em casa.

Só comecei a guardar música mesmo, em CDs ou mais recentemente em mp3s, quase aos meus 20 anos. Mas a memória das músicas "antigas" ficou lá guardada no fundo do consciente, e agora, especialmente com a ajuda da internet, posso resgatá-las.

Ah, anos 80 nos deram músicas excelentes. Desde músicas super animadas (e que levantam o astral) como Power of Love, embalando as aventuras do jovem McFly, até esta aqui, super dor-de-cotovelo-coração-partido, Nothing Compares 2 U, composta pelo Prince (ou como ele era conhecido antes de virar um "símbolo") e interpretada na versão mais famosa, pela Sinead O'Connor.

Na minha opinião, essa música é uma das maiores músicas que retrata quem está numa fase broken heart, mas ainda amando. Porque quando a gente está apaixonado assim, mas sem a paixão ao lado, sempre nos sentimos, no fundo e em qualquer situação, um pouco solitários. Pois como diz aquela música do Capital Inicial, sem você não tem graça.

Anos 80 rocks!!! Mesmo na tristeza!



(Se preferir ver no youtube, clique aqui.)

Letra e tradução
Sinead O'Connor
Nothing Compares 2 U - Nada se compara a você


It's been seven hours and fifteen days
Since you took your love away
I go out every night and sleep all day
Since you took your love away


Passaram-se sete horas e quinze dias
Desde que você me tirou seu amor
Eu saio todas as noites e durmo o dia inteiro
Desde que você me tirou seu amor

Since you been gone I can do whatever I want
I can see whomever I choose
I can eat my dinner in a fancy restaurant
But nothing
I said nothing can take away these blues


Desde que você se foi posso fazer tudo que eu quiser
Posso ver quem eu escolher
Posso jantar em um restaurante sofisticado
Mas nada
Eu disse nada, pode tirar essa tristeza

`Cause nothing compares
Nothing compares to you


Porque nada se compara
Nada se compara a você

It's been so lonely without you here
Like a bird without a song
Nothing can stop these lonely tears from falling
Tell me baby where did I go wrong


Tem sido tão solitário sem você aqui
Como um pássaro sem uma canção
Nada pode impedir estas lágrimas solitárias de cairem
Me diga baby, onde foi que eu errei

I could put my arms around every boy I see
But they'd only remind me of you


Eu poderia passar os braços em volta de todo garoto que eu encontrasse
Mas eles só me fariam lembrar de você

I went to the doctor n'guess what he told me
Guess what he told me
He said girl u better try to have fun
No matter what you'll do
But he's a fool


Eu fui ao médico e adivinha o que ele me disse
Adivinha o que ele me disse
Ele disse "Garota, é melhor você se divertir
Não importa o que você faça"
Mas ele é um tolo

`Cause nothing compares
Nothing compares to you


Porque nada se compara
Nada se compara a você

all the flowers that you planted, mama
In the back yard
All died when you went away
I know that living with you baby was sometimes hard
But I'm willing to give it another try


Todas as flores que você plantou, mamãe
No quintal
Todas morreram quando você se foi
Eu sei que viver com você baby, foi duro às vezes
Mas estou disposta a fazer outra tentativa

Nothing compares
Nothing compares to you
Nothing compares
Nothing compares to you
Nothing compares
Nothing compares to you


Nada se compara
Nada se compara a você
Nada se compara
Nada se compara a você
Nada se compara
Nada se compara a você

As aventuras de Timóteo, o tímido

4:00 PM by Andarilho

Dos cartunistas brasileiros atuais, o que eu mais gosto é o Adão Iturrusgarai.

postei algumas tiras isoladas dele, mas de vez em quando, ele faz algumas "séries", como o Homem Legenda ou Timóteo, o tímido.

Eu, como super tímido, não posso deixar de não gostar de Timóteo. E hoje eu estou melhor, mas quando eu era pequeno, quando tinha visita em casa, me escondia atrás do muro, assim como o Timóteo.

Veja algumas tirinhas dele:

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adão iturrusgarai timóteo o tímido

O ensaio sensual de Timóteo, o tímido, é hilária. Minha tira preferida. XD

Sete sinais de que você está na empresa errada - by Max Gehringer

5:33 AM by Andarilho

Transcrição do comentário do Max Gehringer para a rádio CBN, do dia 08/07/2009, com os 7 sinais de que você está na empresa errada. E para ajudá-lo ainda mais, indico este outro comentário, sobre os cinco estágios do relacionamento entre o trabalho e você, e quando sair desse relacionamento.

Áudio original disponível no site da CBN (link aqui). E se você quiser ler os comentários anteriores do Max Gehringer, publicados aqui, basta clicar neste link.

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Sete sinais de que você está na empresa errada

tchau emprego
Para quem desconfia que está na empresa errada, aqui vão os sete sinais de que está na hora de reavaliar a situação profissional, antes que seja tarde.

Primeiro sinal: você está fazendo um trabalho abaixo de sua capacidade ou abaixo de sua formação. Não há desafios e a rotina faz com que todos os dias pareçam iguais.

Segundo: seus colegas de trabalho vivem formando grupinhos e você é sempre excluído deles. Quando três ou quatro colegas começam a cochichar, você fica com a impressão de que eles estão falando de você.

Terceiro: seu chefe não reconhe suas habilidades. Se você faz alguma coisa bem feita, ele não elogia. Se você propõe algo novo, ele não escuta. Se você sugere alguma mudança, ele diz que vai pensar e nunca mais volta ao assunto.

Quarto: você trabalha em um setor que tem pouca visibilidade ou pouca importância dentro da empresa. Tudo o que acontece de novo ou de bom, acontece nas outras áreas.

Quinto: você trabalha em uma empresa que não parece preocupada com o futuro. Sua impressão é a de que o plano estratégico de sua empresa só tem um frase: vamos deixar tudo como está.

Sexto: você ganha menos do que merece.

E sétimo: seus amigos que trabalham em outras empresas sempre têm boas histórias para contar. Parece que eles se divertem trabalhando. Por isso, toda vez que um papo deriva para o tema "trabalho", você imediatamente tenta mudar de assunto.

É altamente provável que qualquer profissional consiga enxergar 2 desses 7 sinais na empresa em que trabalha. E um deles,invariavelmente, será o salário. Isso é positivo, porque mostra que o profissional não se acomodou.

Quem enxerga entre 3 e 5 desses sinais no trabalho atual, não precisa se desesperar. Isso quer dizer que há outras empresas melhores no mercado. E que partir para outra opção será mais proveitoso para a carreira do que ficar se torturando ou sendo torturado.

Mas quem encontrou entre 6 e 7 sinais, precisa parar, refletir com muito cuidado e reavaliar o julgamento que está fazendo. Porque nesse caso existe uma enorme chance de que o problema esteja na própria pessoa e não na empresa.

Max Gehringer, para CBN.

Arte em arrozal 2009

Já postei ano passado, algumas imagens do que alguns agricultores japoneses fazem em seus arrozais. Para promover o turismo, muitas prefeituras incentivam os seus agricultores a fazerem verdadeiras artes usando a plantação de arroz, misturando duas variedades, que produzem folhagens de diferentes cores. O resultado é interessantíssimo.

Se os ingleses têm seus crop circles (mais conhecidos círculos ingleses), o Japão tem crop art (arte na colheita).

Bem, todo ano temos novas figuras, e as da safra 2009 já estão aparecendo. O Pink Tentacle postou algumas imagens, que reproduzo abaixo.

japão arte em arrozal 2009
japão arte em arrozal 2009
japão arte em arrozal 2009
japão arte em arrozal 2009
japão arte em arrozal 2009
japão arte em arrozal 2009
japão arte em arrozal 2009
japão arte em arrozal 2009
japão arte em arrozal 2009
japão arte em arrozal 2009
japão arte em arrozal 2009
japão arte em arrozal 2009
japão arte em arrozal 2009
japão arte em arrozal 2009
japão arte em arrozal 2009

Se você quiser ver mais, o post do Pink Tentacle tem todas essas figuras com resolução ainda maior, e links para a origem de cada uma delas, com algumas outras fotos.

E o post do ano passado (Arte em arrozal) tem algumas fotos de uma plantação com desenhos, sendo colhida. Vale a pena dar uma olhada.